Surge da escuridão a madrugada, a luz do dia recomeça,
Esvai-se a longa noite esbaforida ao cantar do galo,
Irrompe nova esperança, uma esperança que eu embalo
Querendo ver-te! Uma esperança ainda só promessa!
Desabrochas, enfim, gaiata, chique, um ramo florido,
És um refulgente raio de sol brilhando numa flor
Uma vaga de doçura a rebrilhar no seu esplendor
Uma rosa que em ti encerras em um doce colorido!
E na graça de uma alegria pura, de uma margarida,
Prenhe do exalar do teu encanto a essência de jasmim,
Ao redor da mesinha do café, reina bela essa doce alegria!
Os minutos voam com tua jovialidade sã e incontida
Com tuas graças e os teus risos cristalinos para mim.
Oh! Que tão depressa se esvai o mel da tua companhia!
Irrompe nova esperança, uma esperança que eu embalo
Querendo ver-te! Uma esperança ainda só promessa!
Desabrochas, enfim, gaiata, chique, um ramo florido,
És um refulgente raio de sol brilhando numa flor
Uma vaga de doçura a rebrilhar no seu esplendor
Uma rosa que em ti encerras em um doce colorido!
E na graça de uma alegria pura, de uma margarida,
Prenhe do exalar do teu encanto a essência de jasmim,
Ao redor da mesinha do café, reina bela essa doce alegria!
Os minutos voam com tua jovialidade sã e incontida
Com tuas graças e os teus risos cristalinos para mim.
Oh! Que tão depressa se esvai o mel da tua companhia!
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