Por que anseio querer
mais se tal me basta
Depois daquele sofrimento que bem sabeis?
A Vida virou de banda, uma mãe feita madrasta,
Que vós, lamparinas de amizade, conheceis!
Este corpo, esta Alma que aqui vedes sorridente,
É fruto de lutas sem quartel, em dificuldade superadas
Com sorriso de brandura que forcei sempre presente
Num âmago doloroso de tristezas ruins e malfadadas!
Minha Alma pequenina quanto a querendo grandiosa,
Num embaraço de situações de dor e de amargura
Na busca de canção a entes queridos, melodiosa,
Afogada em tanta lágrima de aflição e desventura!
Meu cabelo em debandada é testemunho majestoso
De uma nova Vida aprendida numa renúncia dura,
Uma oportunidade nova num rito bem doloroso,
Cedem-se os antigos sonhos e só a nossa fé perdura!
Ó! Quão doloroso é julgar passar de vez e perder
A nossa juventude e a nossa glória de sonho infindo!
Surge então o ânimo, a nova fortaleza do querer,
A Vida virou de banda, uma mãe feita madrasta,
Que vós, lamparinas de amizade, conheceis!
Este corpo, esta Alma que aqui vedes sorridente,
É fruto de lutas sem quartel, em dificuldade superadas
Com sorriso de brandura que forcei sempre presente
Num âmago doloroso de tristezas ruins e malfadadas!
Minha Alma pequenina quanto a querendo grandiosa,
Num embaraço de situações de dor e de amargura
Na busca de canção a entes queridos, melodiosa,
Afogada em tanta lágrima de aflição e desventura!
Meu cabelo em debandada é testemunho majestoso
De uma nova Vida aprendida numa renúncia dura,
Uma oportunidade nova num rito bem doloroso,
Cedem-se os antigos sonhos e só a nossa fé perdura!
Ó! Quão doloroso é julgar passar de vez e perder
A nossa juventude e a nossa glória de sonho infindo!
Surge então o ânimo, a nova fortaleza do querer,
E ganha-se Vida, surge
outra manhã ao Sol refulgindo!
E as saudades de uma Vida que a dor modificou
Ficam distantes, num recanto resguardado do olhar!
Vai-se em frente numa introspectiva do que se doou,
Perdoa-se à Vida, ao Fado! Ao Amigo se reserva o amar!
Aprendendo que a Dor é da Vida a oportunidade
De desafiar a morte com que o infiel Fado desumano
Nos pretende amesquinhar numa desonra de fatalidade,
Esse maldito jamais passará de um infiel desengano!
E apesar da crueldade indigna de surgires sem compaixão,
Não vais vencer a Felicidade do Amor e da Amizade neste Ser,
Que eu te vencerei nesta luta, tu que dos sonhos é ladrão!
E a Vitória é minha, Vencedora de ti, meu destino é VENCER!
E as saudades de uma Vida que a dor modificou
Ficam distantes, num recanto resguardado do olhar!
Vai-se em frente numa introspectiva do que se doou,
Perdoa-se à Vida, ao Fado! Ao Amigo se reserva o amar!
Aprendendo que a Dor é da Vida a oportunidade
De desafiar a morte com que o infiel Fado desumano
Nos pretende amesquinhar numa desonra de fatalidade,
Esse maldito jamais passará de um infiel desengano!
E apesar da crueldade indigna de surgires sem compaixão,
Não vais vencer a Felicidade do Amor e da Amizade neste Ser,
Que eu te vencerei nesta luta, tu que dos sonhos é ladrão!
E a Vitória é minha, Vencedora de ti, meu destino é VENCER!